O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) anuncia adesão de quatro novas operadoras associadas “Essas quatro operadoras compartilham nosso compromisso com um mercado de apostas transparente, regulamentado e seguro, fortalecendo ainda mais nossa atuação em prol de um setor sustentável”, comentou o instituto em suas redes sociais.
A notícia chega após o aniversário de dois anos do IBJR no Brasil, que agora representa 13 operadores no mercado brasileiro e participou ativamente de discussões com o Governo e com o Congresso que envolviam a regulamentação das apostas.
“Com alegria anunciamos hoje nosso ingresso ao IBJR. […] Agora chegou o momento da Estrela, uma das pioneiras no mercado brasileiro, se juntar. Que essa parceria sirva para engrandecer ainda mais nosso setor e possamos contribuir com os estudos e desenvolvimento”, comentou Felipe Fraga, diretor de Negócios da EstrelaBet.
O instituto passou recentemente por mudanças, ainda no mês de março deste ano, Andre Gelfi, fundador do IBJR, anunciou o encerramento do mandato de diretor-presidente, cargo que ocupava desde março de 2023.“Expandimos nosso quadro de membros e, acima de tudo, conseguimos iniciar esse novo mercado regulamentado com uma diretoria eleita, preparada para tornar o IBJR ainda mais forte, representativo e atuante na defesa do jogo responsável e no combate ao jogo ilegal”, comentou Gelfi no LinkedIn.
Gelfi ressaltou, ainda, que a nova diretoria terá o papel de apoiar Fernando Vieira, diretor executivo do Instituto desde outubro do ano passado, “que estará à frente do dia a dia e da condução do IBJR daqui para frente”. Análise do IBJR sobre casas de apostas ilegais no Brasil segundo André Gelfi, os operadores que atuam na ilegalidade detêm cerca de 60% do mercado de apostas no Brasil, movimentando uma receita bruta mensal em torno de R$ 1 bilhão.
“Nossa principal missão, neste momento inicial, é promover a formalização do setor de apostas. Infelizmente, estimamos que a maior parte das operações ainda ocorra de forma informal. O segmento regulado representa menos da metade do mercado, talvez algo em torno de 40%”, declarou Gelfi em entrevista ao Poder 360.
Para reverter esse cenário, ele destacou a necessidade de maior conscientização e, sobretudo, da parceria com o poder público, autoridades e órgãos de fiscalização, o que, segundo ele, é fundamental para acelerar o processo de regulamentação.
Gelfi também comentou as ações do governo para combater a informalidade no setor. Entre elas, mencionou o bloqueio de sites irregulares como uma medida válida, mas que, isoladamente, não é suficiente para resolver o problema.

