Cassinos, jogo do bicho e Tigrinho no Brasil

Dos cassinos luxuosos às máquinas caça-níqueis, do jogo do bicho ao popular Jogo do Tigrinho, as apostas sempre encontraram uma forma de sobreviver no Brasil — mesmo quando proibidas. Esse é o tema da coluna em vídeo de Rodrigo da Silva, exibida no programa Fronteiras do Estadão.
O glamour dos cassinos no Brasil
Quase oito décadas atrás, a última roleta legal girou no Copacabana Palace, em 1946. Naquele período, os cassinos iam muito além do jogo: eram centros culturais, com teatros, restaurantes, boates e espetáculos de artistas renomados como Carmen Miranda e Ary Barroso.
Proibição e resistência
Com a proibição imposta pelo governo, o Brasil entrou em uma trajetória marcada por glamour, crime e fortuna. Apesar das tentativas do Estado em restringir as atividades, as apostas se reinventaram. Do jogo do bicho que movimenta bairros populares às máquinas caça-níqueis instaladas em bares, passando pelo crescimento digital com jogos como o Tigrinho, a tradição da “fezinha” continua firme na cultura nacional.
Essa resiliência mostra como os jogos de azar estão enraizados na sociedade brasileira, seja nos luxuosos salões de cassinos do passado, seja nas plataformas digitais que dominam o presente.
Programa Fronteiras
No vídeo exibido pelo Estadão, Rodrigo da Silva analisa como a cultura do jogo permanece viva no Brasil, conectando passado e presente. O programa Fronteiras traz colunas inéditas em vídeo todos os sábados, às 9h, disponíveis para assinantes do jornal.
Além disso, cortes do programa são divulgados ao longo da semana nas redes sociais e na coluna de Rodrigo da Silva, publicada às segundas-feiras, às 20h.
Onde assistir ao Fronteiras
Esse conteúdo faz parte de uma reflexão sobre a história dos jogos de azar no Brasil e pode ser conferido também em nossa seção de eventos.
Fonte: BNLData

