Associação Nacional de Jogos e loterias (ANJL) reuniu-se com os Comitês Brasileiro de Clubes (CBC), Paralímpico Brasileiro (CPB), Olímpico do Brasil (COB) e com o Escritório Nacional de Repasses (ENDR) para debater a destinação social de recursos provenientes do setor de apostas para o financiamento do esporte nacional.
Representantes da ANJL & dos comitês esportivos, Plínio Lemos Jorge, presidente, e Pietro Cardia Lorenzoni, diretor jurídico, estiveram presentes na reunião como representantes da ANJL.
Para o presidente da ANJL, o encontro foi uma oportunidade para alinhar expectativas em relação ao tema abordado: “Estamos falando de políticas públicas, da melhoria do esporte do país, que pode transformar vidas, trazer mais inclusão e oportunidades para jovens que têm talento, mas não conseguem ter uma estrutura adequada para se desenvolver como atleta e treinar”.
Como representantes da CBC, participaram da reunião Paulo Maciel, presidente, Édson Garcia, vice-presidente, e Felipe Cavalcanti, do setor jurídico. Pela parte da CPB, José Antônio, presidente, Mizael Conrado, secretário-geral, e Marcelo Ferreira, diretor-geral, também participaram do encontro.
Emanuel Rêgo, diretor-geral, Ricardo Nobre, do setor jurídico, ambos do COB, e João Bachur, do ENDR, também estiveram presentes.
ANJL reforça importância do apoio bancário ao mercado regulamentado
A ANJL discutiu o atual cenário de apostas esportivas do Brasil e reforçou a importância do apoio de bancos ao mercado regulamentado durante encontro com o Comitê de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD).
A reunião foi liderada por Rubens Sardenberg, diretor de Economia, Regulação Prudencial e Riscos da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em São Paulo. Rubens Sardenberg, da Febraban, e Plínio Lemos Jorge, da ANJL “Foi um encontro muito positivo.
A Febraban é a maior entidade na representação dos bancos brasileiros e é referência em iniciativas de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo no sistema financeiro”, comentou Jorge.
Embora as casas de apostas online licenciadas sejam obrigadas, perante a lei, a estabelecerem e a manterem medidas de prevenção à lavagem de dinheiro, para o presidente da ANJL o maior risco é proveniente do mercado paralelo.
Jorge destacou que o apoio de instituições financeiras, como os bancos, na repressão de sites ilegais é fundamental para a consolidação de um ambiente de apostas seguro e transparente para todas as partes envolvidas.
“Tivemos a oportunidade de debater nesse comitê com os maiores bancos do país e apresentar uma visão mais clara sobre o mercado de apostas. Reforçamos a necessidade do apoio de instituições financeiras e a importância de atuarmos de forma conjunta para manter um ambiente íntegro e regulado”, concluiu o presidente.
Créditos: SBC Noticias – BR – sbcnoticias.com

