InícioTagsMercado ilegal

TAG: mercado ilegal

ANJL busca diálogo com Lula para discutir o futuro das bets no Brasil

A ANJL parabenizou Lula pela reeleição e manifestou interesse em retomar o diálogo com o governo federal sobre o futuro das bets no Brasil. A entidade defende o aperfeiçoamento do mercado regulamentado e o combate às plataformas ilegais após a proibição das apostas de quota fixa mencionada no material.

Bets perdem 85 autorizações e outorgas de R$ 30 milhões

A MP nº 1.394/2026 levou à extinção de 85 autorizações de apostas de quota fixa em 25 de outubro. As operadoras pagaram R$ 30 milhões por autorização, além de depósitos de garantia de R$ 5 milhões. O setor questiona a ausência de devolução das outorgas e aguarda decisões do STF e do Congresso.

Fellipe Fraga critica proibição das bets e defende fiscalização

Fellipe Fraga, diretor de Negócios e Relações Institucionais da Stellar Gaming, critica a proibição das bets e defende regras mais rigorosas e fiscalização reforçada. Em artigo, ele aponta possíveis impactos sobre empregos, fornecedores, publicidade e futebol, além do risco de migração dos apostadores para plataformas ilegais.

Campanha de Lula reduz menções às bets após primeiro turno

A campanha de reeleição de Lula reduziu as menções às bets após o primeiro turno das eleições de 2026. Segundo levantamento atribuído à Folha de S.Paulo, as referências caíram mais de 63% em 46 vídeos do YouTube e dezenas de postagens. A proibição também provocou protestos de clubes de futebol.

ANJL busca diálogo com Lula para discutir o futuro das bets no Brasil

A ANJL parabenizou Lula pela reeleição e manifestou interesse em retomar o diálogo com o governo federal sobre o futuro das bets no Brasil. A entidade defende o aperfeiçoamento do mercado regulamentado e o combate às plataformas ilegais após a proibição das apostas de quota fixa mencionada no material.

Bets perdem 85 autorizações e outorgas de R$ 30 milhões

A MP nº 1.394/2026 levou à extinção de 85 autorizações de apostas de quota fixa em 25 de outubro. As operadoras pagaram R$ 30 milhões por autorização, além de depósitos de garantia de R$ 5 milhões. O setor questiona a ausência de devolução das outorgas e aguarda decisões do STF e do Congresso.

Fellipe Fraga critica proibição das bets e defende fiscalização

Fellipe Fraga, diretor de Negócios e Relações Institucionais da Stellar Gaming, critica a proibição das bets e defende regras mais rigorosas e fiscalização reforçada. Em artigo, ele aponta possíveis impactos sobre empregos, fornecedores, publicidade e futebol, além do risco de migração dos apostadores para plataformas ilegais.

Campanha de Lula reduz menções às bets após primeiro turno

A campanha de reeleição de Lula reduziu as menções às bets após o primeiro turno das eleições de 2026. Segundo levantamento atribuído à Folha de S.Paulo, as referências caíram mais de 63% em 46 vídeos do YouTube e dezenas de postagens. A proibição também provocou protestos de clubes de futebol.

São Paulo protesta contra proibição das apostas em campanha no Brasileirão

O São Paulo aderiu à campanha contra a proibição das apostas de quota fixa prevista na MP nº 1.394/2026 e exibiu a frase “Proibir não é proteger” na camisa durante a 31ª rodada do Brasileirão. Placas do Morumbis também veicularam mensagens promovidas pelo IBJR e pela ANJL, que criticam os possíveis efeitos da medida sobre o mercado regulado.

SPA integra comitê federal contra apostas ilegais e publicidade irregular

A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda passará a integrar o comitê federal coordenado pela Casa Civil para combater a exploração e a publicidade ilegais de apostas de quota fixa. Segundo a reportagem original, o grupo reunirá órgãos de fiscalização, segurança pública e regulação, enquanto a SPA continuará ativa no enfrentamento ao mercado ilegal.

Kambi alerta para riscos à integridade esportiva após MP 1.394

Mateo Lenoble, diretor da Kambi para a América Latina, afirma que a MP nº 1.394 gera incertezas para os negócios da empresa no Brasil e pode dificultar o combate às apostas ilegais e à manipulação de resultados. Em entrevista ao iGB Brasil, ele diz que a Kambi considera retornar sob um novo marco regulatório.

Clubes brasileiros protestam contra proibição de apostas online

Clubes brasileiros intensificaram os protestos contra a proibição das plataformas de apostas online. Flamengo prepara uma mensagem na camisa, enquanto São Paulo e Fluminense recorreram à marca Superscore. A medida também mobiliza dirigentes esportivos e amplia o debate sobre patrocínios, mercado ilegal e eleições de 2026.

São Paulo protesta contra proibição das apostas em campanha no Brasileirão

O São Paulo aderiu à campanha contra a proibição das apostas de quota fixa prevista na MP nº 1.394/2026 e exibiu a frase “Proibir não é proteger” na camisa durante a 31ª rodada do Brasileirão. Placas do Morumbis também veicularam mensagens promovidas pelo IBJR e pela ANJL, que criticam os possíveis efeitos da medida sobre o mercado regulado.

SPA integra comitê federal contra apostas ilegais e publicidade irregular

A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda passará a integrar o comitê federal coordenado pela Casa Civil para combater a exploração e a publicidade ilegais de apostas de quota fixa. Segundo a reportagem original, o grupo reunirá órgãos de fiscalização, segurança pública e regulação, enquanto a SPA continuará ativa no enfrentamento ao mercado ilegal.

Kambi alerta para riscos à integridade esportiva após MP 1.394

Mateo Lenoble, diretor da Kambi para a América Latina, afirma que a MP nº 1.394 gera incertezas para os negócios da empresa no Brasil e pode dificultar o combate às apostas ilegais e à manipulação de resultados. Em entrevista ao iGB Brasil, ele diz que a Kambi considera retornar sob um novo marco regulatório.

Clubes brasileiros protestam contra proibição de apostas online

Clubes brasileiros intensificaram os protestos contra a proibição das plataformas de apostas online. Flamengo prepara uma mensagem na camisa, enquanto São Paulo e Fluminense recorreram à marca Superscore. A medida também mobiliza dirigentes esportivos e amplia o debate sobre patrocínios, mercado ilegal e eleições de 2026.

ANJL e IBJR pedem suspensão da MP que proibiu as bets

ANJL e IBJR pediram ao ministro Luiz Fux, do STF, a suspensão da MP 1.394/2026, que proibiu as bets no Brasil, até a realização de audiência pública. Como alternativa, as entidades defendem que a transição comece em 31 de dezembro, alegando riscos à segurança jurídica e crescimento do mercado ilegal.

SBC Lisboa debate futuro das bets após MP 1.394

Painel “Brasil sem Filtros”, realizado no SBC Summit Lisboa, discutiu a proibição das apostas de quota fixa no Brasil, os desafios de governança e a possibilidade de mudanças no modelo regulatório. Especialistas também defenderam maior responsabilidade da indústria.

Mercado offshore avança após proibição das bets no Brasil

O mercado offshore ganhou espaço na demanda por iGaming no Brasil após a publicação da MP 1.394/2026. Dados da Blask mostram avanço de 3,4% para 11,3% entre 24 e 30 de setembro, enquanto a cobertura de afiliados das 20 marcas mais promovidas caiu 41,5%.

Flutter Brazil defende mercado regulado após proibição das bets

A Flutter Brazil defendeu a manutenção do mercado regulado de apostas após a MP 1.394. Em comunicado, a empresa citou riscos de migração para plataformas ilegais e estimativas de impactos sobre arrecadação, empregos, mídia e esporte.

ANJL e IBJR pedem suspensão da MP que proibiu as bets

ANJL e IBJR pediram ao ministro Luiz Fux, do STF, a suspensão da MP 1.394/2026, que proibiu as bets no Brasil, até a realização de audiência pública. Como alternativa, as entidades defendem que a transição comece em 31 de dezembro, alegando riscos à segurança jurídica e crescimento do mercado ilegal.

SBC Lisboa debate futuro das bets após MP 1.394

Painel “Brasil sem Filtros”, realizado no SBC Summit Lisboa, discutiu a proibição das apostas de quota fixa no Brasil, os desafios de governança e a possibilidade de mudanças no modelo regulatório. Especialistas também defenderam maior responsabilidade da indústria.

Mercado offshore avança após proibição das bets no Brasil

O mercado offshore ganhou espaço na demanda por iGaming no Brasil após a publicação da MP 1.394/2026. Dados da Blask mostram avanço de 3,4% para 11,3% entre 24 e 30 de setembro, enquanto a cobertura de afiliados das 20 marcas mais promovidas caiu 41,5%.

Flutter Brazil defende mercado regulado após proibição das bets

A Flutter Brazil defendeu a manutenção do mercado regulado de apostas após a MP 1.394. Em comunicado, a empresa citou riscos de migração para plataformas ilegais e estimativas de impactos sobre arrecadação, empregos, mídia e esporte.

MP das bets é seguida por alta de sites ilegais no Brasil

Um monitoramento mantido por empresas que operavam legalmente registrou 1.689 novos sites ilegais no dia seguinte à MP 1.394. A lista chegou a 17.651 endereços, enquanto marcas autorizadas foram usadas em páginas clandestinas.

Proibição das apostas pode mudar o equilíbrio entre físico e ilegal

A proibição das apostas de quota fixa cria um novo equilíbrio entre o jogo físico, o antigo mercado regulado e as operações ilegais. A partir da MP 1.394, plataformas autorizadas entram em processo de encerramento, enquanto o mercado clandestino permanece como desafio de fiscalização.

ANJL alerta para risco de avanço do mercado ilegal de bets

A ANJL alertou que a proibição das bets pode ampliar o mercado ilegal e levar apostadores para plataformas não autorizadas. O TCU estima que operações clandestinas representam entre 41% e 51% do mercado e movimentam até R$ 40 bilhões por ano.

Mercado regulado de bets perde espaço após MP 1.394

Artigo de Cármen Noble, diretora da ABC-Bet, defendia o fortalecimento da reputação do mercado regulado e o combate às plataformas ilegais. Publicado antes da MP 1.394, o texto ganhou novo contexto após a medida publicada em 25 de setembro.

MP das bets é seguida por alta de sites ilegais no Brasil

Um monitoramento mantido por empresas que operavam legalmente registrou 1.689 novos sites ilegais no dia seguinte à MP 1.394. A lista chegou a 17.651 endereços, enquanto marcas autorizadas foram usadas em páginas clandestinas.

Proibição das apostas pode mudar o equilíbrio entre físico e ilegal

A proibição das apostas de quota fixa cria um novo equilíbrio entre o jogo físico, o antigo mercado regulado e as operações ilegais. A partir da MP 1.394, plataformas autorizadas entram em processo de encerramento, enquanto o mercado clandestino permanece como desafio de fiscalização.

ANJL alerta para risco de avanço do mercado ilegal de bets

A ANJL alertou que a proibição das bets pode ampliar o mercado ilegal e levar apostadores para plataformas não autorizadas. O TCU estima que operações clandestinas representam entre 41% e 51% do mercado e movimentam até R$ 40 bilhões por ano.

Mercado regulado de bets perde espaço após MP 1.394

Artigo de Cármen Noble, diretora da ABC-Bet, defendia o fortalecimento da reputação do mercado regulado e o combate às plataformas ilegais. Publicado antes da MP 1.394, o texto ganhou novo contexto após a medida publicada em 25 de setembro.

CATEGORIAS POPULARES

Sorte Online destina parte da receita do Outubro Rosa à ONG Vilma Kano

A Sorte Online destinará à ONG Vilma Kano parte da receita gerada pela intermediação de bolões e apostas durante o Outubro Rosa. A ação ocorre junto à Mega Semana Outubro Rosa da Mega-Sena e inclui bônus de 5% a 10% para compras elegíveis em diferentes concursos, cumulativos com cashback conforme as regras da plataforma.